Como iniciar sua trajetória profissional?

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Sou abordada constantemente nas minhas redes sociais, bem como da AGIRH por profissionais que desejam ter sua primeira experiência profissional e que desejam muito que ela seja na AGIRH. Acho super positivo e muito bacana, no entanto lembro que quando desejei e precisei ter minha experiência profissional foi me oferecido uma oportunidade voluntária. Isso mesmo, comecei como uma estagiária voluntária de segunda à sexta de 14h às 18hs sem ganhar nenhum valor, nem mesmo a ajuda de custo para o transporte. E foi uma experiência única e INCRÍVEL.

Estava com outro estágio no período da manhã na área de Serviço Social, que é a minha formação de origem, mas percebia que estava inclinada para a área organizacional, sabia e entendia que a melhor forma de entrar na área era vivendo e aprendendo tudo de Recrutamento & Seleção para depois me aprofundar nos demais subsistemas da área de RH. Procurei me desenvolver e me qualificar muuuuito. Sempre aprendi, através dos meus pais que nada vem de graça, tudo vem com muito esforço e batalha. E assim persegui meu sonho, aliás… ainda hoje continuo a persegui-los de forma honesta e íntegra e já compartilho esses exemplos inspiradores aos meus filhos.

Hoje recebo vagas dos meus clientes que estão mais abertos aos profissionais mais experientes (o que é ótimo!) do que os profissionais dessa “geração de hoje” (O que não é tão positivo), porque avaliam os “meninos de hoje fracos” porque “desistem fácil, não são batalhadores, não possuem foco, não possuem postura corporativa” e aí vai. Tudo isso pode ser interpretado de forma bem subjetiva, e como pode… mas é fato, existe essa compreensão sim.

Hoje abro na AGIRH o mesmo espaço que há tempos atrás lutei para conseguir com chances efetivas de contratação. Alguns dos nossos consultores iniciaram como estagiários voluntários e chegaram com pouquíssimos ou nenhum conhecimento na área de RH (isso aliás nunca foi um pré requisito), mesmo como graduandos da área. Nunca procurei profissionais com experiência, procurei e procuro profissionais com brilho no olho, interessados em aprender e fazer a diferença, com iniciativa e que amem trabalhar e lidar com pessoas. Percebo a nossa legislação controversa nesse aspecto, com o número reduzido / mínimo de horas para os seus estágios obrigatórios não remunerados onde os profissionais em formação “pincelam” experiências quem nem de longe demonstram ser profundas quanto ao “costurar” a teoria à prática.

Aos profissionais em formação / graduandos de áreas diversas e da “geração de hoje”… Como vocês avaliam o desenvolvimento de vocês? Como avaliam experiências como essas? Gostaria muito de “ouví-los”.

Isabela Edson
Diretora da AGIRH Consultoria Organizacional

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